O Rio de Janeiro viveu dias inesquecíveis entre 21 e 24 de agosto, quando recebeu pela primeira vez a Copa Mundial de Ginástica Rítmica, reunindo 76 países e grandes nomes nacionais e internacionais da modalidade. O evento, organizado pela Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e chancelado pela Federação Internacional de Ginástica (FIG), foi um marco para o esporte no Brasil.
E, no coração dessa festa, a inclusão ganhou lugar de destaque. As atletas da Olimpíadas Especiais Brasil, Carolina Limongi Silva (Guaratinguetá) e Erika Rayssa (Limeira), subiram ao palco da cerimônia de Gala acompanhadas de suas técnicas, Elisete Leite e Denise Guimarães, para uma apresentação especial que emocionou o público.

Aplausos que marcaram história
Carolina e Erika receberam um aplauso emocionante de todo o ginásio, com árbitras levantando-se em reconhecimento e aplaudindo de pé, junto à Seleção Brasileira de Ginástica, ao presidente da CBG Henrique Motta e ao diretor Ricardo Resende. Foi um momento de celebração da diversidade, da força do esporte e da inclusão.
📸 Após a apresentação, as atletas ainda registraram encontros especiais ao lado do mascote Suri, do presidente da FIG Morinari Watanabe (Japão), do presidente da CBG Henrique Motta, da campeã mundial Darja Varfolomeev (Alemanha) e também conheceram toda a equipe brasileira de ginástica rítmica.
Depoimentos que emocionam

Para as próprias atletas e técnicas, a participação foi inesquecível.
Erika Rayssa resumiu a experiência em poucas palavras:
“Uma vibração, energia e emoção de apresentar a Ginástica Rítmica. Gostei de ver as meninas do Brasil se apresentando.”
Já Denise Guimarães, técnica, destacou a importância histórica do momento:
“Fiquei emocionada ao ver as atletas da Special Olympics se apresentando. Após longos anos de participações em eventos de GR, com certeza, este foi um marco histórico para a Ginástica Rítmica Adaptada. A plateia vibrou muito com as atletas. Deixamos uma semente de inclusão através delas. Foi um dos momentos mais lindos que eu já vivenciei.”
Um marco para a Ginástica Rítmica Adaptada
A modalidade de Ginástica Rítmica Adaptada iniciou-se no Brasil na década de 1980 e, desde então, vem crescendo como espaço de expressão e inclusão. Ver duas atletas da OEB brilhando em um palco mundial, diante de 76 países, representa não apenas um feito inédito, mas também a confirmação de que o esporte é uma ferramenta poderosa para transformar vidas.
A OEB celebra este marco com orgulho e segue reforçando sua missão: construir, por meio do esporte, uma sociedade mais inclusiva, justa e igualitária.
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